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domingo, 7 de dezembro de 2014

QUE TIPO DE IGREJA TEMOS SIDO?

Toda vez que ligamos os noticiários constatamos o aumento da criminalidade, da violência,de homicídios cometidos dentro do seio das famílias, elevação do índice de suicídio que, atualmente, é a causa de morte de 26 brasileiros por dia e uma das principais causas em todo mundo. Segundo o Dr. Augusto Cury " o suicida não quer matar a vida, quer matar a dor." São pessoas tão desesperadas por viver que, em não conseguindo, são sufocados pelas dores ao ponto de não conseguirem se livrar dos pensamentos negativos, chegando, por fim, a tirar a própria existência. Ao fazermos uma leitura dos dias atuais em comparação a palavra, percebemos que é eminente a volta de Cristo. Ao ler Mateus 5:13-16 (gostaria que lessem com calma e pedissem ao Espirito Santo que fale com vocês) Fica dentro de mim uma indagação, a pergunta que faço a vocês, também a fiz no meu intimo com grande temor e tremor: Que tipo de Igreja temos sido hoje?
Que evangelho temos pregado? Temos sido lenitivo na vida das pessoas, de modo que não vejam no suicídio a única saída? Temos sido sal que salga a terra e luz que ilumina o mundo? As nossas obras, o nosso modo de viver, tem glorificado a Deus? Temos sido o bom perfume de Cristo que o Apóstolo Paulo nos diz em 2 Coríntios 2:15? Se somos a carta de Cristo como está escrito em 2 Coríntios 3:3, o que as pessoas tem lido em nossas vidas? Sabe, queridos, a Igreja tem crescido em número no mundo inteiro, mas se a vida que vivemos não atrair as pessoas a Cristo, se o evangelho que pregamos não leva-las a querer ser um ser humano melhor a cada dia, se em nossa casa não amarmos nossa família de modo a mostrar para as pessoas que vivemos o que pregamos, tudo será em vão. A menos que acordemos, não seremos luz e nem sal, não mudaremos a realidade decadente que vivenciamos. As pessoas não verão em nós um porto seguro, onde podem ouvir de um Cristo que elas desejem em suas vidas. Não somos perfeitos, nunca o seremos... A igreja é feita por pessoas, então também nunca será. Contudo, sinto que precisamos nos humilhar, chorar, clamar, nos arrepender, porque milhões de pessoas tem caminhado para o inferno, enquanto estamos ocupados demais com nossas questões, estamos vivendo um cristianismo que não revela amor aos semelhantes. Estamos muito preocupados em encher templos, enquanto tem gente do lado de fora precisando de ajuda, e temos negado o pão. Se não formos uma igreja que faça diferença a nível social, que tipo de amor estamos pregando? Jesus disse que: "Eu estive nu e não me vestistes, estive com fome e não me destes de comer(Mateus 25:43). Será que temos ajudado a vestir, a dar o que comer as pessoas, como se fosse ao próprio Cristo ou a prioridade em nossos cultos tem sido fazer show com cantores evangélicos? A maior marca do Cristão é o amor, e este amor tem que ser vinculado a atitudes. Acredito que esta reflexão precisa ser feita todos os dias de nossas vidas, para que procuremos ser seres humanos melhores. Não adianta pregarmos o evangelho, se não o vivermos. As pessoas estão cheias de discursos, a luz não fala...ela ilumina, o sal não pega microfones e alto falante...ele torna as coisas mais saborosas, encontrando seu sentido em servir. Minha oração é que paremos de querer, enquanto igreja, disputar os melhores cargos, mas que encontremos alegria em servir ao próximo nas necessidades deles. "É necessário que ele cresça e que eu diminua." João 3:30 autora: Deyse L.S. Patoleia